Sobrevivendo no vácuo
É mais do que eu aguentaria embaixo d’água.

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Resposta: Estudando. Ou agendando a prova de vestibular em alguma faculdade particular.
Após um exame de sangue a veterinária constatou que ela estava com câncer e, provavelmente, sofrendo.
O engraçado é que ela nunca reclamava; não chorava quando queria levantar para voltar para a caminha ou para sair e fazer suas “necessidades” fora dela. Muito menos por sentir dor. Ao contrário da Lana, que só de segurar a pata para tirar sangue começa a chorar como se estivessem esfaqueando-a.

Eu fiquei meio triste, afinal, é um bichinho vivo, mesmo que eu não tivesse muito contato com ela. Quando a Lana ficou internada na clÃnica, quase morri chorando, imagina mandar matar um cachorro? Eu sei que “mandar matar” é uma expressão meio forte, mas tecnicamente é bem isso que acontece.
Não sei se concorco com “eutanásia canina” (ou seja lá como se chama isso), nunca pensei realmente sobre isso. Na teoria parece tão simples “mandar matar para aliviar a dor”. Mas então imagino se a situação fosse com uma pessoa, não com um cachorro. Lutamos tanto para mantermo-nos vivos, a medicina só evoluiu tanto para nos fazer durar cara vez mais, por que com animais não fazemos o mesmo?
Acho que não teria coragem de “desligar os aparelhos” de uma pessoa. Talvez porque eu me apego demais a todos ou, quem sabe, isso seja realmente errado.
Seria apenas egoÃsmo não querer que alguém morra?