1997
Depois de fazer aquele post lembrei da música do HaTeen, 1997. Não me crucifiquem porque eu gosto dessa música, até meu sogro gosta. Claro que ele ouve desde Leandro e Leonardo até umas músicas japonesas really boring, mas não vem ao caso.
Gentes, acabei de constatar que eles não têm site próprio, porra, até eu tenho. So lame bandinhas que têm coisa no myspace, tão inÃcio de carreira.
Tá, daà que eu quero continuar a falar sobre a minha vida em 1997
.
Em 1997 eu já tinha 10 anos e havia trocado daquela minha primeira escola com as irmãs gêmeas freiras. Glória e Esperança, nunca esqueço. Duvido que fossem os nomes reais delas. E elas eram gringas porque tinham um sotaque estranho.
Eu fui pra um outro colégio que o uniforme era só uma camiseta com o nome do colégio estampado no cantinho direito do peito. É, em cima da teta direita. Lado contrário do coração. E essas camisetas tinham em váááriaas cores! Era magnÃfico ver o colégio parecendo um jardim mal plantado. Eu, feminina do jeito que sou comprei uma vermelha e uma azul. Preta estava em falta (ou eles não faziam, não lembro). Comecei a usar sutiã mais ou menos nessa época.
E foi nesse ano, nesse colégio que eu conheci minha BFF ever. Por irônico que pareça ela também se chama Bianca, e como éramos colegas, as professoras nos chamavam pelo sobrenome. E havia aquela maldita. A Catarina, professora de Português. Eu tenho uma sina com professoras de português. Ou elas me adoravam porque eu escrevia redações sobre baratinhas ou elas me odiavam porque eu ignorava a aula delas.
Catarina me odiava. E a recÃproca era verdadeira. Catarina usava quilos de maquiagem vencida na face. Eu descobri o que era pó ao ver o volume estranhamente mal espalhado pelas maçãs do rosto dela entre o blush rosado, a sombra cobre e o lápis de boca cor de boca (?). Catarina me fez entender porque a escola é uma experiência da qual devemos tirar valiosas lições. A mais importante delas: releve tudo que você aprender nela.
Catarina me chamava de “essa menina, essa menina de vermelho aÔ (eu gostava mais da camiseta vermelha). O meu primeiro “trabalho do livro” foi ela quem mandou fazer. O livro, Dom Quixote. Ela fez um testezinho tosco, oral. Eu não havia lido o livro. Mas com meu ar inocente de desdém e com a ajuda da Bianca, minha BFF ever eu consegui acertar marromeno a perguntinha.
Hoje ela me lembra a minha professora de Práticas de Leitura do Texto Literário em LÃngua Portuguesa. Mas acho que a senex Edna (com d mudo) ainda é um sonho perto da Catarina. Aquela maldita. Me traumatizou mais que a Bernadete, outra professora de português, mas essa do segundo grau. Impressionante que pra mim, ambas, Catarina e Bernadete davam a mesma matéria.
Nesse mesmo ano minha avó materna se mudou para o interior do Rio Grande do Sul enquanto eu, minha mãe, meu futuro irmão que estava para nascer e o que se pode chamar de pai dele nos mudamos para um apartamento. Até então eu só havia morado em casas. Pelo menos que eu me lembre.
Foi nesse mesmo ano que minha mãe comprou um computador e “botou internet” em casa. Eu usava bate-papo da UOL, heioaheaio.
Foi a primeira vez que tive o meu quarto. E sinto falta disso até hoje.
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aehiuosheoiua
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kkk
pesquisei no google “irmã gloria” “irmã esperança” e apareceu akiççç
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SÉÉÉRIO?
Pqp, eu lembro de uma Cibele,mas não tô ligando o nome à pessoa!
HAHAHA
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