A Onda
A experiência consistia em simular um regime totalitário em sala de aula, levando em consideração o que era necessário para se iniciar uma ditadura e porquê as pessoas aderiam com tanto fanatismo.
O professor, no filme, simula a experiência dando ordens à turma. E quem não respeita é “convidado” a se retirar de sala. Melhor dizendo, é expulso da “comunidade”.
Ele cria um sÃmbolo, uma saudação especÃfica, um uniforme, trabalha o conceito de coletividade, dizendo que para ser justo é necessário pensar num todo e não necessariamente na individualidade.

Há os alunos fanáticos, principalmente aqueles com vidas sem propósito, que acham que finalmente começam a fazer parte de algo “grande” e que vale a pena.
E há também os que se opõem à falta de personalidade/individualidade dos que fazem parte do grupo.
Ao final, fica bem claro que um regime totalitário dá certo, até mesmo nos dias atuais, porque a maioria das pessoas são descontentes com suas vidas apesar de terem tudo. E aderem facilmente à idéias coletivas apenas para se entrosarem. É um reflexo da sociedade atual. Vejo isso até mesmo na minha turma da faculdade: há grupos, não pessoas com personalidades únicas que diferem entre si, são todos iguais.
É um filme interessante de se ver, apesar de eu achar que alemão, com sua sonoridade estranha, parece inglês ao contrário










